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Ministério da Saúde prorroga vacinação contra a gripe até o dia 22 de junho - OCNEWS

Brasil

13/06/2018 às 20h17 - Atualizada em 13/06/2018 às 20h17

Ministério da Saúde prorroga vacinação contra a gripe até o dia 22 de junho

Edy Rocha
Osvaldo Cruz - SP
FONTE: Por G1

Crianças entre seis meses e cinco anos também têm indicação para a vacina gratuita (Foto: Prefeitura de Marília/Divulgação)

Ministério da Saúde decidiu prorrogar a campanha de vacinação contra a gripe deste ano até o dia 22 de junho, informou nesta quarta-feira (13).



A vacinação deste ano, que começou no dia 23 de abril, atingiu 42,6 milhões de pessoas. O número representa 77,6% da população prioritária que deveria receber as doses. A meta inicial é alcançar 54,4 milhões de pessoas.



A vacina contra a gripe é indicada por pessoas em maior risco de transmissão (como profissionais da saúde) ou pessoas com maior possibilidade de desenvolver complicações mais graves (como é o caso de idosos).



Passado o prazo, o governo informa que a imunização poderá ser ampliada para crianças de cinco a nove anos de idade e adultos de 50 a 59 anos caso haja disponibilidade de vacinas nos estados e municípios.



Alerta sobre a cobertura



Para o Ministério da Saúde, a baixa cobertura registrada até o período "acendeu um alerta". A preocupação, segundo a pasta, é com a proximidade do inverno, período considerado de maior circulação do vírus da gripe.



Dentre as regiões, a Sudeste é a que teve a menor cobertura vacinal contra a gripe até o momento, com 70,9%. Em seguida, as regiões Norte (72%), Sul (81,3%), Nordeste (84%) e Centro Oeste (91,4%).



Hoje, a vacina é distribuída gratuitamente para os seguintes grupos:




  1. Professores da rede pública e privada;

  2. Profissionais de saúde;

  3. Crianças entre 6 meses e cinco anos (estão com a menor cobertura);

  4. Gestantes;

  5. Mulheres com parto recente (com até 45 dias);

  6. Idosos a partir de 60 anos;

  7. Povos índigenas;

  8. Portadores de doenças crônicas;

  9. População privada



O número de mortes relacionadas à gripe dobrou no país em relação aos seis primeiros meses do ano passado. De janeiro a junho deste ano, 2,7 mil pessoas foram identificadas com a doença e 446 morreram. Em 2017 eram 1,2 mil registros de influenza e 204 mortes.



Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (13) pelo Ministério da Saúde. De acordo com o último boletim da pasta, a taxa de mortalidade por influenza no Brasil está em 0,18% para cada 100 mil habitantes. A média de idade entre a maioria das vítimas era de 52 anos.



Ao mesmo tempo em que há um aumento no número de casos, a Saúde também avaliou que o país registra uma "baixa cobertura vacinal". Até esta terça-feira (12), 42,6 milhões de pessoas foram vacinadas em todo país. O número representa 77,6% da população prioritária que deveria receber as doses. A meta inicial é alcançar 54,4 milhões de pessoas.



Em todo país, 11,8 milhões de pessoas do público-alvo ainda não se vacinaram. Para o Ministério da Saúde, a baixa cobertura registrada até o período "acendeu um alerta". A preocupação, segundo a pasta, é com a proximidade do inverno, período considerado de maior circulação do vírus da gripe.



Dentre as regiões, a Sudeste é a que teve a menor cobertura vacinal contra a gripe até o momento, com 70,9%. Em seguida, as regiões Norte (72%), Sul (81,3%), Nordeste (84%) e Centro Oeste (91,4%).



Os estados de Goiás, Amapá e Ceará foram os únicos que atingiram a meta de 90%. Já os estados com as taxas mais baixas de vacinação contra a gripe são Roraima, com 53,6% e Rio de Janeiro, com 57,3%.


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