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“Cenário de guerra”, diz enfermeiro que atua na linha de frente no combate à Covid-19

Uma guerra com dois lados bem definidos: População x Vírus.

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Uma guerra com dois lados bem definidos: População x Vírus.

É desta forma que o enfermeiro Eder Castro de Menezes, que atua na linha de frente no combate à Covid-19 em Osvaldo Cruz e Salmourão, define a atual situação.

Em entrevista concedida à Rádio Max FM, ele analisou o quadro atual da Covid e destacou as dificuldades que são enfrentadas todos os dias.

“Estamos seguindo horizontes sem perspectivas. Os dados estão aí, diariamente, com mortes, suspeitas. É um cenário de guerra. Não dá para falar que daqui 10, 15 dias, a coisa vai melhorar. Estamos vivendo um dia de cada vez. Não tem vagas nem de enfermaria e hoje temos dificuldades de ofertar vagas, até, na atenção básica”, explicou Éder.

O enfermeiro também lamentou a politização do vírus.

“Infelizmente o vírus, de certa forma, se politizou. É preciso que as pessoas tenham paciência. A gente fala que em caso de sintomas leves [que não apresenta falta de ar e nem febre acima de 38,5 graus], que procure uma unidade básica de Saúde e sigam as recomendações da enfermagem e conduta médica. Não se automediquem, não tomem nada sem recomendações médicas”, disse Menezes.

Fonte

Jornal Cidade Aberta
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“Cenário de guerra”, diz enfermeiro que atua na linha de frente no combate à Covid-19

Jornal Cidade Aberta
Uma guerra com dois lados bem definidos: População x Vírus.

É desta forma que o enfermeiro Eder Castro de Menezes, que atua na linha de frente no combate à Covid-19 em Osvaldo Cruz e Salmourão, define a atual situação.

Em entrevista concedida à Rádio Max FM, ele analisou o quadro atual da Covid e destacou as dificuldades que são enfrentadas todos os dias.

“Estamos seguindo horizontes sem perspectivas. Os dados estão aí, diariamente, com mortes, suspeitas. É um cenário de guerra. Não dá para falar que daqui 10, 15 dias, a coisa vai melhorar. Estamos vivendo um dia de cada vez. Não tem vagas nem de enfermaria e hoje temos dificuldades de ofertar vagas, até, na atenção básica”, explicou Éder.

O enfermeiro também lamentou a politização do vírus.

“Infelizmente o vírus, de certa forma, se politizou. É preciso que as pessoas tenham paciência. A gente fala que em caso de sintomas leves [que não apresenta falta de ar e nem febre acima de 38,5 graus], que procure uma unidade básica de Saúde e sigam as recomendações da enfermagem e conduta médica. Não se automediquem, não tomem nada sem recomendações médicas”, disse Menezes.

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