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Dormir muito aumenta risco de demência e Alzheimer, diz estudo

O estudo analisou mais de 5 mil pessoas de uma comunidade hispânica dos Estados Unidos

sono prolongado pode prejudicar o desempenho cognitivo, bem como aumento do risco de Alzheimer e outros tipos de demência. Essa é a conclusão de um grupo de pesquisadores norte-americanos que analisaram mais de 5 mil pessoas de uma comunidade hispânica dos Estados Unidos.

 O estudo recente, publicado na revista Alzheimer’s & Dementia: The Journal of the Alzheimer’s Association, afirma que as pessoas que dormem durante um período igual ou superior a nove horas ou que sofrem de insônias crônicas apresentam maior risco de problemas cognitivos, como o declínio significativo da memória, função de execução e velocidade de processamento, o que pode levar ao desenvolvimento de demência, apneia do sono e Alzheimer.

Os participantes tinham entre 45 e 75 anos e realizaram um teste neurocognitivo que examinou o seu estado mental, aprendizagem verbal, memória, fluência verbal e velocidade de processamento. O teste teve duas fases: uma no início da investigação e outra sete anos depois.

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sono prolongado pode prejudicar o desempenho cognitivo, bem como aumento do risco de Alzheimer e outros tipos de demência. Essa é a conclusão de um grupo de pesquisadores norte-americanos que analisaram mais de 5 mil pessoas de uma comunidade hispânica dos Estados Unidos.

 O estudo recente, publicado na revista Alzheimer’s & Dementia: The Journal of the Alzheimer’s Association, afirma que as pessoas que dormem durante um período igual ou superior a nove horas ou que sofrem de insônias crônicas apresentam maior risco de problemas cognitivos, como o declínio significativo da memória, função de execução e velocidade de processamento, o que pode levar ao desenvolvimento de demência, apneia do sono e Alzheimer.

Os participantes tinham entre 45 e 75 anos e realizaram um teste neurocognitivo que examinou o seu estado mental, aprendizagem verbal, memória, fluência verbal e velocidade de processamento. O teste teve duas fases: uma no início da investigação e outra sete anos depois.

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