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Feiras itinerantes fazem varejo regional perder R$ 1 milhão ao ano

Em um momento econômico não favorável, a perda representa fechamento de empresas e demissão de funcionários

As feiras itinerantes geram um prejuízo de nada menos que R$ 1 milhão por ano para o varejo do Oeste Paulista, segundo estimativas calculadas pela Fecomercio SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo). Em um momento econômico não favorável, a perda representa fechamento de empresas e demissão de funcionários.

Além dos prejuízos para o comércio das cidades e dos empregos que deixam de ser criados, outras perdas são citadas pelo Sincomercio Nova Alta Paulista (Sindicato Patronal do Comércio Varejista), que há anos trabalha contra a realização das “feirinhas” por entender ser uma afronta à economia regional. 

“Tem a queda de arrecadação tributária, já que os recursos gerados pelas feiras itinerantes não ficam no respectivo Município, uma vez que as mercadorias vendidas nesse mercado não recolhem ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) na operação, impactando negativamente, assim, os cofres públicos. Além disso, as feiras itinerantes não têm os mesmos deveres que o comércio fixo, como emissão de Nota Fiscal, pagamento de impostos, entre outros itens”, pontua o presidente do Sincomercio Nova Alta Paulista, Sérgio Vanderlei.

Estudo da Fecomercio SP aponta que a perda das lojas de vestuário, tecidos e calçados chega à R$ 453 mil em 12 meses. O impacto econômico para o comércio de eletrodoméstico, eletrônicos e de departamento é de R$ 403 mil, ao ano. Para o setor de móveis e decoração o prejuízo chega a pouco mais de R$ 232 mil, no mesmo período.

“Diante da crise fiscal que assola todos os entes federativos, ações que combatam as feiras ilegais e os vendedores ambulantes informais tornam-se ainda mais urgentes. Além disso, a concorrência desleal agrava a situação do comércio formal, que já vem sofrendo com o aumento dos custos, a retração da atividade econômica e a consequente queda das venda”, pontua Sérgio Vanderlei. “Não somos contra a realização das feiras, mas sim contra a concorrência desleal”, complementa.

No último dia 20, Sérgio Vanderlei participou de reunião com o vereador da cidade de São Paulo e presidente do Podemos, Mário Covas Neto, que atua no combate ao comércio ilegal de mercadorias. Segundo o legislador, a Capital Paulista sofre com o problema dos ambulantes.

“Se uma cidade de grande porte sofre os impactos das feiras itinerantes, imagina um município do tamanho de Adamantina, em que o comércio é um dos principais empregadores. O governador João Doria já sinalizou que tomará medidas para endurecer o combate às feirinhas”, diz Sérgio Vanderlei.

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Grupo Impacto
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Feiras itinerantes fazem varejo regional perder R$ 1 milhão ao ano

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As feiras itinerantes geram um prejuízo de nada menos que R$ 1 milhão por ano para o varejo do Oeste Paulista, segundo estimativas calculadas pela Fecomercio SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo). Em um momento econômico não favorável, a perda representa fechamento de empresas e demissão de funcionários.

Além dos prejuízos para o comércio das cidades e dos empregos que deixam de ser criados, outras perdas são citadas pelo Sincomercio Nova Alta Paulista (Sindicato Patronal do Comércio Varejista), que há anos trabalha contra a realização das “feirinhas” por entender ser uma afronta à economia regional. 

“Tem a queda de arrecadação tributária, já que os recursos gerados pelas feiras itinerantes não ficam no respectivo Município, uma vez que as mercadorias vendidas nesse mercado não recolhem ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) na operação, impactando negativamente, assim, os cofres públicos. Além disso, as feiras itinerantes não têm os mesmos deveres que o comércio fixo, como emissão de Nota Fiscal, pagamento de impostos, entre outros itens”, pontua o presidente do Sincomercio Nova Alta Paulista, Sérgio Vanderlei.

Estudo da Fecomercio SP aponta que a perda das lojas de vestuário, tecidos e calçados chega à R$ 453 mil em 12 meses. O impacto econômico para o comércio de eletrodoméstico, eletrônicos e de departamento é de R$ 403 mil, ao ano. Para o setor de móveis e decoração o prejuízo chega a pouco mais de R$ 232 mil, no mesmo período.

“Diante da crise fiscal que assola todos os entes federativos, ações que combatam as feiras ilegais e os vendedores ambulantes informais tornam-se ainda mais urgentes. Além disso, a concorrência desleal agrava a situação do comércio formal, que já vem sofrendo com o aumento dos custos, a retração da atividade econômica e a consequente queda das venda”, pontua Sérgio Vanderlei. “Não somos contra a realização das feiras, mas sim contra a concorrência desleal”, complementa.

No último dia 20, Sérgio Vanderlei participou de reunião com o vereador da cidade de São Paulo e presidente do Podemos, Mário Covas Neto, que atua no combate ao comércio ilegal de mercadorias. Segundo o legislador, a Capital Paulista sofre com o problema dos ambulantes.

“Se uma cidade de grande porte sofre os impactos das feiras itinerantes, imagina um município do tamanho de Adamantina, em que o comércio é um dos principais empregadores. O governador João Doria já sinalizou que tomará medidas para endurecer o combate às feirinhas”, diz Sérgio Vanderlei.

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